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Publicado el 13 de junio de 2022

Doença sexualmente transmissível

Varíola símia tem transmissão sexual?

Monkeypox foi encontrado em fluido seminal

Um relatório publicado na Eurosurveillance afirmou ter encontrado fragmentos do vírus da varíola símia no sêmen de uma série de pacientes na Itália, questionando se é possível a transmissão sexual da doença.

Atualmente, sabe-se que o vírus se espalha pelo contato próximo com uma pessoa infectada, que pode passar o vírus por lesões características na pele ou por gotículas do sistema respiratório. Além da transmissão através de materiais contaminados, por exemplo, lençóis e toalhas.  No entanto, muitos casos da doença foram relatados entre parceiros sexuais.

As doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, são conhecidas por serem causadas por patógenos que passam pelo sêmen, secreção vaginal e outros fluídos corporais.

As primeiras evidências foram relatadas em quatro pacientes na Itália no dia 2 de junho. Todos os pacientes tinham histórico de infecção sexualmente transmissíveis enquanto dois eram HIV positivos. Suas lesões se formaram nas áreas anal e genital. Desde então, seis dos sete pacientes do hospital tiverem material genético do vírus detectado no sêmen. Uma dessas amostras demonstrou a capacidade do vírus de infectar outra pessoa e se replicar.

Entretanto, embora as descobertas sejam importantes, não pode ser confirmado que o vírus é, de fato, uma doença sexualmente transmissível por causa da falta de evidências.

Os primeiros sistemas podem parecer com a gripe, que inclui dores no corpo, febre, glândulas inchadas e depois erupções cutâneas. Essas se espalham para diferentes partes do corpo e formam lesões, que depois se enchem de fluido até que eventualmente cicatrizam e caem.