Aprofunde-se nas estratégias de suporte lúteo, incluindo o papel da progesterona, suas diferentes vias de administração e o momento ideal para início da suplementação, à luz das evidências mais recentes, que vêm questionando seu uso rotineiro em determinados contextos. A discussão também se estende a cenários clínicos desafiadores, como pacientes com endometriose e adenomiose, nos quais possíveis alterações na receptividade endometrial e na resposta à progesterona podem impactar os desfechos reprodutivos. Nesse contexto, destaca-se a importância de uma abordagem individualizada, que considere as particularidades de cada paciente na tomada de decisão clínica.
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