A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para o avanço do sarampo no mundo após a queda da cobertura vacinal registrada em 2024. Mesmo com a disponibilidade de uma vacina segura e de baixo custo, a doença causou cerca de 95 mil mortes no último ano, principalmente entre crianças menores de cinco anos que não foram vacinadas ou receberam apenas uma dose.
Altamente contagioso, o sarampo pode ser transmitido pelo ar e permanece ativo em superfícies por até duas horas. Um único caso pode gerar até 18 novas infecções, o que torna a alta cobertura vacinal essencial para conter surtos.
Em 2024, 84% das crianças receberam a primeira dose da vacina, ligeiramente abaixo dos níveis de 2019, enquanto apenas 76% completaram as duas doses recomendadas. Segundo estimativas, 30 milhões de bebês permaneceram subprotegidos durante o ano.
Os sintomas da doença incluem febre alta, tosse, coriza, olhos vermelhos e um rash que se espalha pelo corpo. As complicações podem ser graves e incluem pneumonia, diarreia severa, encefalite, infecções de ouvido e até cegueira. Crianças desnutridas ou imunossuprimidas apresentam risco ainda maior.
Sem tratamento específico, o manejo do sarampo se baseia no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, incluindo o uso de vitamina A, que reduz o risco de sequelas e óbitos. A OMS reforça que a vacinação continua sendo a principal estratégia de prevenção, com duas doses necessárias para proteção adequada.
A entidade e seus parceiros internacionais seguem trabalhando para fortalecer a vigilância laboratorial, apoiar campanhas de imunização e evitar que países retrocedam nos avanços obtidos nas últimas décadas. O órgão alertou que a redução da cobertura coloca em risco a meta global de eliminação da doença.
Publicado el 27 de enero de 2026
Saúde
OMS alertou para aumento do risco de surtos de sarampo após queda na vacinação
Redução na cobertura vacinal compromete o controle da circulação viral e aumenta o risco de complicações graves.
Autor/a: OMS
Fuente: World Health Organization Weekly epidemiological record
A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para o avanço do sarampo no mundo após a queda da cobertura vacinal registrada em 2024. Mesmo com a disponibilidade de uma vacina segura e de baixo custo, a doença causou cerca de 95 mil mortes no último ano, principalmente entre crianças menores de cinco anos que não foram vacinadas ou receberam apenas uma dose.
Altamente contagioso, o sarampo pode ser transmitido pelo ar e permanece ativo em superfícies por até duas horas. Um único caso pode gerar até 18 novas infecções, o que torna a alta cobertura vacinal essencial para conter surtos.
Em 2024, 84% das crianças receberam a primeira dose da vacina, ligeiramente abaixo dos níveis de 2019, enquanto apenas 76% completaram as duas doses recomendadas. Segundo estimativas, 30 milhões de bebês permaneceram subprotegidos durante o ano.
Os sintomas da doença incluem febre alta, tosse, coriza, olhos vermelhos e um rash que se espalha pelo corpo. As complicações podem ser graves e incluem pneumonia, diarreia severa, encefalite, infecções de ouvido e até cegueira. Crianças desnutridas ou imunossuprimidas apresentam risco ainda maior.
Sem tratamento específico, o manejo do sarampo se baseia no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, incluindo o uso de vitamina A, que reduz o risco de sequelas e óbitos. A OMS reforça que a vacinação continua sendo a principal estratégia de prevenção, com duas doses necessárias para proteção adequada.
A entidade e seus parceiros internacionais seguem trabalhando para fortalecer a vigilância laboratorial, apoiar campanhas de imunização e evitar que países retrocedam nos avanços obtidos nas últimas décadas. O órgão alertou que a redução da cobertura coloca em risco a meta global de eliminação da doença.