Pacientes com psoríase apresentam maior suscetibilidade ao desenvolvimento de comorbidades metabólicas e cardiovasculares, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, cujo surgimento e progressão podem ser influenciados pelos hábitos alimentares. No entanto, diferente das diretrizes estabelecidas para essas condições, a abordagem clínica da psoríase carece de recomendações nutricionais como terapia adjuvante ao tratamento.
O conhecimento sobre a ingestão ideal de macronutrientes na psoríase ainda é restrito. Uma análise retrospectiva do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), nos Estados Unidos, identificou um consumo de açúcar significativamente menor entre pacientes com a condição dermatológica em comparação com controles. Em contrapartida, um estudo de caso-controle no Japão relatou maior consumo de açúcar entre pacientes com psoríase, sem diferenças significativas na ingestão de gordura total, proteínas ou fibras. Por sua vez, estudos de caso-controle conduzidos na Itália e no Irã demonstraram que pacientes com psoríase consumiam maior quantidade de gorduras totais e carboidratos (totais e simples), além de apresentarem menor ingestão de fibras e proteínas em comparação aos controles pareados.
A caracterização detalhada do consumo alimentar e a identificação de áreas de adequação e melhoria nutricional são premissas fundamentais para a futura formulação de recomendações baseadas em evidências. Considerando a ausência prévia de pesquisas sobre o perfil de macronutrientes na população britânica com psoríase, Zanesco et al., (2026) estabeleceram dois objetivos centrais para o estudo:
· descrever a ingestão de macronutrientes em adultos com psoríase no Reino Unido para comparação com uma amostra representativa nacional e com os Valores de Referência Dietéticos (Dietary Reference Values - DRVs)
· avaliar as associações entre as fontes alimentares desses macronutrientes e a gravidade da doença.
Para isso, os autores realizaram um estudo transversal e observacional denominado Asking People with Psoriasis about Lifestyle and Eating (APPLE). O mesmo investigou o consumo alimentar de adultos britânicos com psoríase. A amostragem foi obtida por conveniência entre junho de 2022 e janeiro de 2024.
A gravidade da psoríase foi mensurada por meio do Simplified Psoriasis Index autoaplicável (sa-SPI), um instrumento validado cuja pontuação varia de 0 a 70 pontos e engloba a gravidade das lesões, o impacto psicossocial e o histórico de intervenções terapêuticas. Os participantes foram categorizados em três estratos de gravidade: leve (0 a 9 pontos), moderada (10 a 19 pontos) e grave (20 a 70 pontos). Adicionalmente, foram coletadas variáveis demográficas e de estilo de vida, incluindo idade, sexo, tabagismo, índice de massa corporal (IMC), histórico de morbidade psicológica (diagnóstico prévio de depressão ou ansiedade) e padrão de consumo de álcool, avaliado pela escala pontuada AUDIT-C.
O consumo dietético nos últimos 12 meses foi avaliado por um Questionário de Frequência Alimentar (FFQ) modificado, composto por 147 itens alimentares. A ingestão diária de alimentos foi convertida em nutrientes utilizando as bases nutricionais Composition of Food Integrated Dataset (CoFID) e FoodCentral, calculando-se o aporte energético total e as frações de proteínas, carboidratos metabólicos, açúcares totais, açúcares livres, gordura total, perfis lipídicos (ácidos graxos saturados, monoinsaturados e poli-insaturados n-3 e n-6) e fibras alimentares. A ingestão de macronutrientes foi expressa em percentual de contribuição para a energia diária total, enquanto as fibras foram avaliadas em gramas absolutas por dia e normalizadas para g/1000 kcal. Para aprofundar a análise qualitativa, os macronutrientes associados à gravidade da doença foram decompostos proporcionalmente de acordo com seus grupos alimentares de origem, permitindo distinguir, por exemplo, o consumo de proteínas de origem animal frente às vegetais.
A análise descritiva do consumo de macronutrientes de 257 adultos com psoríase revelou um perfil nutricional predominantemente semelhante ao da população geral do Reino Unido representada pelo National Diet and Nutrition Survey (NDNS). Contudo, identificaram-se desvios expressivos em relação aos valores de referência dietéticos oficiais. O consumo de gordura saturada excedeu o limite máximo recomendado de 10% da energia diária em 70% dos pacientes com psoríase, padrão também observado em 64% da população geral. Do mesmo modo, a ingestão de fibras alimentares mostrou-se cronicamente insuficiente: 78,2% dos participantes com psoríase não atingiram a meta diária de 30 g/dia, apresentando um consumo mediano de 20,2 g/dia, equivalente ao registrado na população geral britânica (18,5 g/dia). O desvio mais acentuado ocorreu no consumo de açúcares livres, cuja mediana atingiu 11,2% da energia diária total, mais do que o dobro do teto máximo recomendado de 5%, com apenas 11,7% da amostra cumprindo as diretrizes oficiais.
Ao avaliar as correlações diretas com a gravidade da psoríase mensurada pelo instrumento sa-SPI, a ingestão de açúcares livres correlacionou-se positivamente com a gravidade das lesões e do impacto da doença. Em contrapartida, identificaram-se correlações inversas e estatisticamente significativas entre a gravidade da doença e o consumo total de fibras alimentares, de ácidos graxos poli-insaturados totais e de ômega-6.
A decomposição dos macronutrientes de acordo com suas fontes alimentares específicas e a subsequente análise por regressão logística multinomial demonstraram que a origem do nutriente desempenha um papel determinante na probabilidade de relatar psoríase grave. Quanto ao aporte proteico, participantes que consumiram mais proteína proveniente de carne vermelha apresentaram uma maior probabilidade de relatar psoríase grave, independentemente de seu status de tabagismo, álcool e comorbidades psicológicas. Por outro lado, a ingestão de proteína de origem vegetal exerceu um efeito protetor proeminente, no qual pacientes que consumiram mais proteínas vegetais apresentaram uma redução de 64% nas chances de apresentar psoríase grave. Essa associação protetora foi ainda mais acentuada entre os consumidores de nozes e castanhas, registrando uma redução de 76% na probabilidade de gravidade elevada.
No tocante aos carboidratos simples, a proporção de açúcares livres provenientes de bebidas (como refrigerantes, sucos e xaropes) associou-se fortemente à gravidade da doença: os pacientes que tinham, em média, de 64% dos açúcares livres oriundos de bebidas apresentaram uma probabilidade quase quatro vezes maior de relatar psoríase grave no modelo ajustado para fatores demográficos, estilo de vida e saúde mental. Contudo, essa associação foi atenuada e perdeu significância estatística ao ajustar para o IMC, sinalizando que a adiposidade corporal pode mediar a relação entre o consumo de bebidas açucaradas e o agravamento da psoríase.
Por fim, as fontes de fibras e ácidos graxos ômega-6 também exibiram padrões divergentes conforme a origem alimentar. A maior ingestão proporcional de fibras derivadas de cereais não integrais/refinados associou-se a maiores chances de doença grave, ao passo que o consumo proporcional de fibras provenientes de nozes e castanhas reduziu o risco de gravidade elevada em 69%. De maneira análoga, a ingestão de ômega-6 proveniente de carnes processadas triplicou a chance de psoríase grave, enquanto o derivado de nozes e castanhas associou-se a uma redução de 73% nessa probabilidade.
Do ponto de vista mecanicista, o papel do eixo intestino-pele e das alterações na microbiota intestinal foram destacados como mediadores da gravidade da psoríase. A fermentação microbiana das fibras alimentares, especialmente as derivadas de nozes, castanhas, frutas e vegetais, gera metabólitos imunomoduladores protetores, tais como os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), poliaminas e derivados do triptofano. Pacientes com psoríase frequentemente apresentam disbiose intestinal caracterizada pela redução da abundância de Bacteroidetes, e dietas cronicamente pobres em fibras podem perpetuar esse padrão de disbiose, privando o hospedeiro desses metabólitos anti-inflamatórios.
Por outro lado, o consumo elevado de proteínas e gorduras de origem animal favorece a síntese de metabólitos microbianos e sistêmicos pró-inflamatórios, incluindo a N-óxido de trimetilamina (TMAO), aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) e produtos finais de glicação avançada (AGEs), os quais têm sido correlacionados à inflamação cutânea e ao maior risco cardiometabólico em indivíduos com psoríase grave. No tocante às bebidas açucaradas, a perda de significância estatística na associação com a gravidade da doença após o ajuste para o índice de massa corporal (IMC) indicou que o excesso de adiposidade corporal atua como um mediador crítico, consolidando a redução do consumo dessas bebidas como um alvo prioritário em pacientes com sobrepeso ou obesidade.
Em conclusão, embora o perfil macronutricional global dos pacientes com psoríase no Reino Unido seja semelhante ao da população geral, as fontes alimentares dos macronutrientes exercem um impacto marcante na gravidade da doença. A priorização de alimentos de origem vegetal e a restrição de carnes processadas e bebidas açucaradas podem atuar como uma estratégia terapêutica adjuvante promissora na gestão da psoríase, reforçando a necessidade de ensaios clínicos randomizados e estudos longitudinais para confirmar esses benefícios na prática dermatológica.
Publicado el 7 de octubre de 2026
Psoríase e nutrição
Dieta e gravidade da psoríase
Investigação sobre o perfil macronutricional em adultos com psoríase reforça o papel terapêutico potencial do manejo dietético no controle da inflamação cutânea e sistêmica.
Autor/a: Zanesco, S., Maruthappu, T., Griffiths, C.E.M. et al.
Fuente: European Journal of Nutrition, V. 65, N. 64, 2026 Macronutrient intakes and associations with psoriasis severity: a cross-sectional analysis of the asking people with psoriasis about lifestyle and eating (APPLE) study
Pacientes com psoríase apresentam maior suscetibilidade ao desenvolvimento de comorbidades metabólicas e cardiovasculares, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, cujo surgimento e progressão podem ser influenciados pelos hábitos alimentares. No entanto, diferente das diretrizes estabelecidas para essas condições, a abordagem clínica da psoríase carece de recomendações nutricionais como terapia adjuvante ao tratamento.
O conhecimento sobre a ingestão ideal de macronutrientes na psoríase ainda é restrito. Uma análise retrospectiva do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), nos Estados Unidos, identificou um consumo de açúcar significativamente menor entre pacientes com a condição dermatológica em comparação com controles. Em contrapartida, um estudo de caso-controle no Japão relatou maior consumo de açúcar entre pacientes com psoríase, sem diferenças significativas na ingestão de gordura total, proteínas ou fibras. Por sua vez, estudos de caso-controle conduzidos na Itália e no Irã demonstraram que pacientes com psoríase consumiam maior quantidade de gorduras totais e carboidratos (totais e simples), além de apresentarem menor ingestão de fibras e proteínas em comparação aos controles pareados.
A caracterização detalhada do consumo alimentar e a identificação de áreas de adequação e melhoria nutricional são premissas fundamentais para a futura formulação de recomendações baseadas em evidências. Considerando a ausência prévia de pesquisas sobre o perfil de macronutrientes na população britânica com psoríase, Zanesco et al., (2026) estabeleceram dois objetivos centrais para o estudo:
· descrever a ingestão de macronutrientes em adultos com psoríase no Reino Unido para comparação com uma amostra representativa nacional e com os Valores de Referência Dietéticos (Dietary Reference Values - DRVs)
· avaliar as associações entre as fontes alimentares desses macronutrientes e a gravidade da doença.
Para isso, os autores realizaram um estudo transversal e observacional denominado Asking People with Psoriasis about Lifestyle and Eating (APPLE). O mesmo investigou o consumo alimentar de adultos britânicos com psoríase. A amostragem foi obtida por conveniência entre junho de 2022 e janeiro de 2024.
A gravidade da psoríase foi mensurada por meio do Simplified Psoriasis Index autoaplicável (sa-SPI), um instrumento validado cuja pontuação varia de 0 a 70 pontos e engloba a gravidade das lesões, o impacto psicossocial e o histórico de intervenções terapêuticas. Os participantes foram categorizados em três estratos de gravidade: leve (0 a 9 pontos), moderada (10 a 19 pontos) e grave (20 a 70 pontos). Adicionalmente, foram coletadas variáveis demográficas e de estilo de vida, incluindo idade, sexo, tabagismo, índice de massa corporal (IMC), histórico de morbidade psicológica (diagnóstico prévio de depressão ou ansiedade) e padrão de consumo de álcool, avaliado pela escala pontuada AUDIT-C.
O consumo dietético nos últimos 12 meses foi avaliado por um Questionário de Frequência Alimentar (FFQ) modificado, composto por 147 itens alimentares. A ingestão diária de alimentos foi convertida em nutrientes utilizando as bases nutricionais Composition of Food Integrated Dataset (CoFID) e FoodCentral, calculando-se o aporte energético total e as frações de proteínas, carboidratos metabólicos, açúcares totais, açúcares livres, gordura total, perfis lipídicos (ácidos graxos saturados, monoinsaturados e poli-insaturados n-3 e n-6) e fibras alimentares. A ingestão de macronutrientes foi expressa em percentual de contribuição para a energia diária total, enquanto as fibras foram avaliadas em gramas absolutas por dia e normalizadas para g/1000 kcal. Para aprofundar a análise qualitativa, os macronutrientes associados à gravidade da doença foram decompostos proporcionalmente de acordo com seus grupos alimentares de origem, permitindo distinguir, por exemplo, o consumo de proteínas de origem animal frente às vegetais.
A análise descritiva do consumo de macronutrientes de 257 adultos com psoríase revelou um perfil nutricional predominantemente semelhante ao da população geral do Reino Unido representada pelo National Diet and Nutrition Survey (NDNS). Contudo, identificaram-se desvios expressivos em relação aos valores de referência dietéticos oficiais. O consumo de gordura saturada excedeu o limite máximo recomendado de 10% da energia diária em 70% dos pacientes com psoríase, padrão também observado em 64% da população geral. Do mesmo modo, a ingestão de fibras alimentares mostrou-se cronicamente insuficiente: 78,2% dos participantes com psoríase não atingiram a meta diária de 30 g/dia, apresentando um consumo mediano de 20,2 g/dia, equivalente ao registrado na população geral britânica (18,5 g/dia). O desvio mais acentuado ocorreu no consumo de açúcares livres, cuja mediana atingiu 11,2% da energia diária total, mais do que o dobro do teto máximo recomendado de 5%, com apenas 11,7% da amostra cumprindo as diretrizes oficiais.
Ao avaliar as correlações diretas com a gravidade da psoríase mensurada pelo instrumento sa-SPI, a ingestão de açúcares livres correlacionou-se positivamente com a gravidade das lesões e do impacto da doença. Em contrapartida, identificaram-se correlações inversas e estatisticamente significativas entre a gravidade da doença e o consumo total de fibras alimentares, de ácidos graxos poli-insaturados totais e de ômega-6.
A decomposição dos macronutrientes de acordo com suas fontes alimentares específicas e a subsequente análise por regressão logística multinomial demonstraram que a origem do nutriente desempenha um papel determinante na probabilidade de relatar psoríase grave. Quanto ao aporte proteico, participantes que consumiram mais proteína proveniente de carne vermelha apresentaram uma maior probabilidade de relatar psoríase grave, independentemente de seu status de tabagismo, álcool e comorbidades psicológicas. Por outro lado, a ingestão de proteína de origem vegetal exerceu um efeito protetor proeminente, no qual pacientes que consumiram mais proteínas vegetais apresentaram uma redução de 64% nas chances de apresentar psoríase grave. Essa associação protetora foi ainda mais acentuada entre os consumidores de nozes e castanhas, registrando uma redução de 76% na probabilidade de gravidade elevada.
No tocante aos carboidratos simples, a proporção de açúcares livres provenientes de bebidas (como refrigerantes, sucos e xaropes) associou-se fortemente à gravidade da doença: os pacientes que tinham, em média, de 64% dos açúcares livres oriundos de bebidas apresentaram uma probabilidade quase quatro vezes maior de relatar psoríase grave no modelo ajustado para fatores demográficos, estilo de vida e saúde mental. Contudo, essa associação foi atenuada e perdeu significância estatística ao ajustar para o IMC, sinalizando que a adiposidade corporal pode mediar a relação entre o consumo de bebidas açucaradas e o agravamento da psoríase.
Por fim, as fontes de fibras e ácidos graxos ômega-6 também exibiram padrões divergentes conforme a origem alimentar. A maior ingestão proporcional de fibras derivadas de cereais não integrais/refinados associou-se a maiores chances de doença grave, ao passo que o consumo proporcional de fibras provenientes de nozes e castanhas reduziu o risco de gravidade elevada em 69%. De maneira análoga, a ingestão de ômega-6 proveniente de carnes processadas triplicou a chance de psoríase grave, enquanto o derivado de nozes e castanhas associou-se a uma redução de 73% nessa probabilidade.
Do ponto de vista mecanicista, o papel do eixo intestino-pele e das alterações na microbiota intestinal foram destacados como mediadores da gravidade da psoríase. A fermentação microbiana das fibras alimentares, especialmente as derivadas de nozes, castanhas, frutas e vegetais, gera metabólitos imunomoduladores protetores, tais como os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), poliaminas e derivados do triptofano. Pacientes com psoríase frequentemente apresentam disbiose intestinal caracterizada pela redução da abundância de Bacteroidetes, e dietas cronicamente pobres em fibras podem perpetuar esse padrão de disbiose, privando o hospedeiro desses metabólitos anti-inflamatórios.
Por outro lado, o consumo elevado de proteínas e gorduras de origem animal favorece a síntese de metabólitos microbianos e sistêmicos pró-inflamatórios, incluindo a N-óxido de trimetilamina (TMAO), aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) e produtos finais de glicação avançada (AGEs), os quais têm sido correlacionados à inflamação cutânea e ao maior risco cardiometabólico em indivíduos com psoríase grave. No tocante às bebidas açucaradas, a perda de significância estatística na associação com a gravidade da doença após o ajuste para o índice de massa corporal (IMC) indicou que o excesso de adiposidade corporal atua como um mediador crítico, consolidando a redução do consumo dessas bebidas como um alvo prioritário em pacientes com sobrepeso ou obesidade.
Em conclusão, embora o perfil macronutricional global dos pacientes com psoríase no Reino Unido seja semelhante ao da população geral, as fontes alimentares dos macronutrientes exercem um impacto marcante na gravidade da doença. A priorização de alimentos de origem vegetal e a restrição de carnes processadas e bebidas açucaradas podem atuar como uma estratégia terapêutica adjuvante promissora na gestão da psoríase, reforçando a necessidade de ensaios clínicos randomizados e estudos longitudinais para confirmar esses benefícios na prática dermatológica.