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Publicado el 18 de junio de 2026

Bula do produto -Junno®

Conteúdo patrocinado por FQM S.A

Autor/a: Farmoquímica S.A

JUNNO

CONTRAINDICAÇÃO: DOENÇAS DO FÍGADO. INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA: AUMENTAR OS EFEITOS DOS BETABLOQUEADORES, TEOFILINA OU CICLOSPORINA.

Junno (progesterona). Apresentações: Cápsulas moles de 100 mg - embalagem contendo 30 cápsulas; Cápsulas moles de 200 mg – embalagem contendo 14 ou 42 cápsulas. Indicações: Junno quando administrado pela via oral é destinado ao tratamento de distúrbios da ovulação relacionados à deficiência de progesterona, como dor e outras alterações do ciclo menstrual, amenorreia secundária e alterações benignas da mama; Insuficiência lútea; E em estados de deficiência de progesterona, na pré-menopausa ena reposição hormonal da menopausa. Junno quando administrado pela via vaginal é indicado para suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana; Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides); Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou infertilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação; Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea. Contraindicações: câncer de mama ou dos órgãos genitais; sangramento genital de origem não determinada; acidente vascular cerebral; doenças do fígado; aborto incompleto; câncer do fígado; doenças tromboembólicas; tromboflebite; porfiria; hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. Advertências e precauções: este medicamento não trata todas as causas de aborto espontâneo precoce e, particularmente, não tem ação sobre abortos provenientes de problemas genéticos, os quais correspondem a mais da metade das causas de aborto; Junno não é um contraceptivo; Informe seu médico caso apresente alguma condição que possa ser agravada pela retenção de líquidos (distúrbios cardíacos ou renais), epilepsia, depressão, diabetes, cisto ovariano, disfunção hepática (fígado), asma brônquica, intolerância à glicose ou enxaqueca; Não é recomendável dirigir ou operar máquinas após a administração deste medicamento; A ingestão concomitante do medicamento com alimentos pode aumentar a biodisponibilidade da progesterona. Junno não deve ser administrado com alimentos. Uso na gestação: categoria de risco gestacional: A. “Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre de gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal”. Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica. Atenção: 
Contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas. Atenção: Este medicamento contém óleo de amendoim e lecitina de soja. Interações medicamentosas: o efeito da progesterona pode ser diminuído pelo uso concomitante de barbitúricos, carbamazepina, hidantoína ou rifampicina. Junno pode aumentar os efeitos dos betabloqueadores, teofilina ou ciclosporina. Reações adversas: Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): fadiga, edema, dor de cabeça, alterações no peso, alterações no apetite (diminuição ou perda), metrorragia (sangramento vaginal intenso), inchaço abdominal e período menstrual irregular. Sonolência pode ocorrer de 1 a 3 horas após a ingestão deste produto. Nesse caso, a dose por ingestão deve ser reduzida ou readaptada (por exemplo, para uma dose diária de 200 mg, tomar os 200 mg em única ingestão ao dormir, longe das refeições), ou a via vaginal deve ser utilizada. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): irritabilidade. Tontura pode ocorrer de 1 a 3 horas após a ingestão deste produto. Nesse caso, a dose por ingestão deve ser reduzida ou readaptada (por exemplo, para uma dose diária de 200 mg, tomar os 200 mg em única ingestão ao dormir, longe das refeições), ou a via vaginal deve ser utilizada. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas, hepatite, insônia, depressão, cistite, galactorreia (lactação excessiva ou inadequada), dor nas mamas, acne, aumento ou diminuição dos pelos corporais, cloasma (manchas escuras na face), dor nas costas, dor torácica, alterações visuais, dor nas pernas e tromboflebite. Reações alérgicas podem ocorrer devido à presença de óleo de amendoim e lecitina de soja (ex.: urticária, reação alérgica generalizada). Estudos clínicos não relataram a ocorrência de intolerâncias locais no uso vaginal. Posologia - Via oral: recomenda-se que a administração seja feitacom um copo d’água, longe das refeições (com o estômago vazio), preferencialmente à noite, antes dedormir. Na insuficiência de progesterona, a dose média é de 200 a 300 mg de progesterona pordia. Na insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, doença mamária benigna, menstruação irregular e pré-menopausa) o regime de tratamento usual é de 10 dias por ciclo, habitualmente do 16º ao25º dia, devendo ser usados 200 a 300 mg por dia, do seguinte modo: 200 mg em dose única antes dedormir; 300 mg divididos em duas doses, 100 mg duas horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar. Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não érecomendada pelo maior risco de hiperplasia endometrial (proliferação benigna do endométrio no útero).Consequentemente, a progesterona é combinada em dose de 100 a 200 mg por dia, da seguinte forma: dose única de 100 mg à noite antes de dormir, de 25 a 30 dias por mês (neste caso, a maioria daspacientes pode não apresentar sangramento) ou; divididos em duas doses de 100 mg, 12 a 14 dias por mês,ou nas últimas duas semanas de cada sequência do tratamento ou; dose única de 200 mg à noite, antes dedormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada sequência do tratamento. Na dose de 200 mg é comum observar um sangramento de privação após o uso da progesterona. Em todas as indicações a via vaginal pode ser utilizada, nas mesmas dosagens da via oral, em casos de efeitos colaterais pelo uso da progesterona (sonolência após absorção oral). Posologia - Via vaginal: cada cápsula mole deve ser introduzida profundamente na vagina. Suporte de progesterona durante ainsuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana(doação de oócitos): o regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada deestrogênio) é o seguinte: 200 mg de progesterona do 15º ao 25º dia do ciclo, em uma única dose oudivididos em duas doses de 100 mg e, em seguida; a partir do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez,esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia divididos em 3 doses. Esta dosagemdeverá ser continuada até o 60º dia e, portanto, não deve ser administrada após a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI: a dosagem recomendada é de600 a 800 mg por dia, divididos em três ou quatro doses (a cada 6h ou 8h), iniciados no dia dacaptação ou no dia da transferência, até a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou infertilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação: a dosagem recomendada é de 200 a 300 mg por dia, divididos emduas doses, a partir do 16º dia do ciclo, durante 10 dias. O tratamento será rapidamente reiniciado se amenstruação não ocorrer novamente e, sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta. Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea: a dose recomendada é de 200 a 400mg por dia divididos em duas doses até a 12ª semana de gravidez. Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado. Registro: 1.0390.0201. Farmoquímica S/A. CNPJ 33.349.473/0001-58. VENDA SOB PRESCRIÇÃO. SAC 0800 025 01 10. Para ver o texto de bula na íntegra, acesse o site www.fqmgrupo.com.br. Material destinado exclusivamente aos profissionais de saúde habilitados a prescrever e dispensar medicamentos.