O Ministério da Saúde iniciou, neste mês de março, a implantação do teleatendimento em saúde mental para mulheres expostas à violência ou em situação de vulnerabilidade psicossocial. O serviço começa pelo Recife (PE) e pelo Rio de Janeiro (RJ) e será ampliado em maio para municípios com mais de 150 mil habitantes, chegando a todo o país até junho.
A iniciativa prevê 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos por ano, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e o Proadi-SUS. O atendimento poderá ser acessado por encaminhamento de unidades da atenção primária, como UBS, ou diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, que receberá um miniapp específico até o fim do mês.
Na plataforma, a usuária realizará um cadastro inicial para avaliação da situação de violência. Com base nessas informações, o sistema enviará automaticamente o dia e horário da consulta. Na primeira sessão, profissionais farão a identificação de riscos, da rede de apoio e das necessidades da mulher, articulando o cuidado com os serviços de referência da rede de proteção e saúde.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o modelo segue a mesma lógica do teleatendimento recém-lançado para pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas, mas com adaptações específicas para a atenção primária e a pactuação com estados e municípios. Ele destacou que o serviço contará com psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e, em alguns casos, terapeutas ocupacionais, atendendo tanto vítimas de violência quanto mulheres em situação de vulnerabilidade extrema.
Published on March 5, 2026
Saúde mental
SUS passa a oferecer teleatendimento para mulheres expostas à violência
Serviço poderá ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital e será ofertado para todo país até junho.
Author: Paula Laboissière
Fuente: Agência Brasil SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência
O Ministério da Saúde iniciou, neste mês de março, a implantação do teleatendimento em saúde mental para mulheres expostas à violência ou em situação de vulnerabilidade psicossocial. O serviço começa pelo Recife (PE) e pelo Rio de Janeiro (RJ) e será ampliado em maio para municípios com mais de 150 mil habitantes, chegando a todo o país até junho.
A iniciativa prevê 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos por ano, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e o Proadi-SUS. O atendimento poderá ser acessado por encaminhamento de unidades da atenção primária, como UBS, ou diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, que receberá um miniapp específico até o fim do mês.
Na plataforma, a usuária realizará um cadastro inicial para avaliação da situação de violência. Com base nessas informações, o sistema enviará automaticamente o dia e horário da consulta. Na primeira sessão, profissionais farão a identificação de riscos, da rede de apoio e das necessidades da mulher, articulando o cuidado com os serviços de referência da rede de proteção e saúde.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o modelo segue a mesma lógica do teleatendimento recém-lançado para pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas, mas com adaptações específicas para a atenção primária e a pactuação com estados e municípios. Ele destacou que o serviço contará com psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e, em alguns casos, terapeutas ocupacionais, atendendo tanto vítimas de violência quanto mulheres em situação de vulnerabilidade extrema.