O brasil enfrenta a quarta onda da COVID-19. Em pouco mais de mês, os casos aumentaram em 78,3%. Em 26 de abril, os dados demonstraram uma média móvel de 14.600 casos nos últimos sete dias. Em 31 de maio, houve um aumento para 26.032.
O aumento de casos é explicado pela presença de variantes com alta transmissibilidade, relaxamento de medidas preventivas e a redução da imunidade contra o vírus meses após a vacinação.
A taxa de proteção das vacinas sofre uma queda alguns meses após a imunização. Porém ainda funcionam para prevenir casos mais graves da doença, que causam hospitalização e morte.
Além disso, as variantes BA.1.1 e BA.2 geram preocupação pela capacidade de disseminação.
De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, mais de quarenta mil brasileiros foram diagnosticados com SARS-CoV-2. No entanto, o número pode ser maior já que muitos casos são assintomáticos e poucas pessoas testam.
No entanto, é importante ressaltar, que com a vacinação, há diminuição de casos graves, e consequentemente hospitalização, e óbitos.
Estudos mostraram que quem recebeu o esquema de imunização completo tem 20 vezes menos chances de morrer.
Os sintomas mais prevalentes da variante ômicron foram relatados em um estudo norueguês. São eles: tosse, coriza e congestão nasal, fadiga e letargia, dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular, febre e espirros.
Publicado el 2 de junio de 2022
COVID-19
Quarta onda da COVID-19 no Brasil
O aumento de casos é explicado pela presença de variantes com alta transmissibilidade, relaxamento de medidas preventivas e a redução da imunidade contra o vírus meses após a vacinação.
O brasil enfrenta a quarta onda da COVID-19. Em pouco mais de mês, os casos aumentaram em 78,3%. Em 26 de abril, os dados demonstraram uma média móvel de 14.600 casos nos últimos sete dias. Em 31 de maio, houve um aumento para 26.032.
A taxa de proteção das vacinas sofre uma queda alguns meses após a imunização. Porém ainda funcionam para prevenir casos mais graves da doença, que causam hospitalização e morte.
Além disso, as variantes BA.1.1 e BA.2 geram preocupação pela capacidade de disseminação.
De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, mais de quarenta mil brasileiros foram diagnosticados com SARS-CoV-2. No entanto, o número pode ser maior já que muitos casos são assintomáticos e poucas pessoas testam.
No entanto, é importante ressaltar, que com a vacinação, há diminuição de casos graves, e consequentemente hospitalização, e óbitos.
Os sintomas mais prevalentes da variante ômicron foram relatados em um estudo norueguês. São eles: tosse, coriza e congestão nasal, fadiga e letargia, dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular, febre e espirros.