O prefeito de Florianópolis, Topázio Silveira Neto, decretou situação de emergência em saúde pública, devido ao aumento dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no município.
O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Município na última quinta-feira (1º) e tem prazo de 180 dias, podendo ser prorrogado.
Segundo a prefeitura da capital catarinense, indicadores epidemiológicos revelaram aumento expressivo nos índices de internações em leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatal, pediátrica e de adultos.
Ainda de acordo com o município, há uma ocupação de 100% dos leitos de retaguarda hospitalares na capital e nos municípios do entorno.
Isso levou, segundo a prefeitura, à superlotação dos centros de atendimentos, o que representa um “elevado risco sanitário para a população”.
O decreto autorizou a contratação temporária de profissionais para a rede municipal de saúde, a ampliação da carga horária dos contratos administrativos já existentes e a dispensa de licitação para aquisição de bens e serviços voltados para o enfrentamento da emergência sanitária.
Published on May 5, 2025
Saúde pública
Florianópolis decreta situação de emergência pública por casos de SRAG
Casos de síndrome respiratória grave aumentaram na capital de SC
Author: Vitor Abdala
Fuente: Agência Brasil Florianópolis decreta situação de emergência pública por casos de SRAG
O prefeito de Florianópolis, Topázio Silveira Neto, decretou situação de emergência em saúde pública, devido ao aumento dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no município.
O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Município na última quinta-feira (1º) e tem prazo de 180 dias, podendo ser prorrogado.
Segundo a prefeitura da capital catarinense, indicadores epidemiológicos revelaram aumento expressivo nos índices de internações em leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatal, pediátrica e de adultos.
Ainda de acordo com o município, há uma ocupação de 100% dos leitos de retaguarda hospitalares na capital e nos municípios do entorno.
Isso levou, segundo a prefeitura, à superlotação dos centros de atendimentos, o que representa um “elevado risco sanitário para a população”.
O decreto autorizou a contratação temporária de profissionais para a rede municipal de saúde, a ampliação da carga horária dos contratos administrativos já existentes e a dispensa de licitação para aquisição de bens e serviços voltados para o enfrentamento da emergência sanitária.