Diretrizes para o tratamento da hiperglicemia em pacientes com diabetes tipo 2 recomendam a metformina como terapia de primeira linha, com intensificação sequencial, e a terapia de segunda linha apenas quando o controle glicêmico não é alcançado. No entanto, de 50 a 80% dos pacientes que iniciam o tratamento com metformina depois de 3 anos perdem o controle glicêmico e demoram, em média, de 6 a 7 anos para corrigirem o tratamento, estando mais susceptíveis a complicações.
Sendo assim, são necessárias terapias que melhorem o controle glicêmico a longo prazo e reduzam o risco de complicações. Uma estratégia desenvolvida foi introduzir uma terapia combinada com dois ou mais agentes em pacientes recém diagnosticados. A justificativa para essa abordagem é baseada em múltiplos mecanismos fisiopatológicos subjacentes a hiperglicemia e os mecanismos complementares dos agentes anti-diabéticos.
Neste sentindo, o presente vídeo expõe um estudo multicêntrico, randomizado e duplo-cego que comparou a durabilidade glicêmica da terapia combinada (vidagliptina com metformina) versus monoterapia (metformina sequencial) em pacientes recém diagnosticados.
![]() |
Médico Endocrinologista. |
.jpg)