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Publicado el 3 de abril de 2022

Prática clínica

Terapia combinada no tratamento do diabetes tipo II

Melhorar o controle glicêmico a longo prazo e reduzir o risco de complicações

Diretrizes para o tratamento da hiperglicemia em pacientes com diabetes tipo 2 recomendam a metformina como terapia de primeira linha, com intensificação sequencial, e a terapia de segunda linha apenas quando o controle glicêmico não é alcançado. No entanto, de 50 a 80% dos pacientes que iniciam o tratamento com metformina depois de 3 anos perdem o controle glicêmico e demoram, em média, de 6 a 7 anos para corrigirem o tratamento, estando mais susceptíveis a complicações.

Sendo assim, são necessárias terapias que melhorem o controle glicêmico a longo prazo e reduzam o risco de complicações. Uma estratégia desenvolvida foi introduzir uma terapia combinada com dois ou mais agentes em pacientes recém diagnosticados. A justificativa para essa abordagem é baseada em múltiplos mecanismos fisiopatológicos subjacentes a hiperglicemia e os mecanismos complementares dos agentes anti-diabéticos.

Neste sentindo, o presente vídeo expõe um estudo multicêntrico, randomizado e duplo-cego que comparou a durabilidade glicêmica da terapia combinada (vidagliptina com metformina) versus monoterapia (metformina sequencial) em pacientes recém diagnosticados.


Médico Endocrinologista.
Editor chefe da Diabetology and Metabolic syndrome.
Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes
Diretor médico de análises clínicas do Laboratório Atalaia - DASA
Investigador principal do Instituto de Ciências Farmacêuticas