
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou no dia 3 de novembro o uso emergencial da vacina contra o coronavírus Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech. Esta vacina registrou uma eficácia de 78% e é recomendada para todas as pessoas com 18 anos de idade ou mais.
O produto requer duas doses com intervalo de quatro semanas e "é especialmente adaptado para países com recursos limitados porque pode ser armazenado sem dificuldade", de acordo com um comunicado da OMS citado pela agência de notícias AFP.
Essa vacina é a primeira desenvolvida e fabricada inteiramente na Índia que recebe a aprovação do órgão de saúde das Nações Unidas. Junta-se assim a Pfizer-BioNTech, Moderna, AstraZeneca, Johnson & Johnson, Sinopharm e Sinovac na lista de vacinas contra a COVID-19.
A aprovação da OMS facilita o reconhecimento internacional da vacina e, acima de tudo, permite que ela seja usada por agências da ONU e do sistema Covax, criado para facilitar o acesso à imunização contra COVID-19 nos países mais pobres.
Published on November 3, 2021
Produzida inteiramente na Índia
OMS aprova o uso emergencial da vacina Covaxin
Mostrou uma eficácia de 78% e é recomendado para maiores de 18 anos. Requer duas doses com intervalo de quatro semanas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou no dia 3 de novembro o uso emergencial da vacina contra o coronavírus Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech. Esta vacina registrou uma eficácia de 78% e é recomendada para todas as pessoas com 18 anos de idade ou mais.
O produto requer duas doses com intervalo de quatro semanas e "é especialmente adaptado para países com recursos limitados porque pode ser armazenado sem dificuldade", de acordo com um comunicado da OMS citado pela agência de notícias AFP.
Essa vacina é a primeira desenvolvida e fabricada inteiramente na Índia que recebe a aprovação do órgão de saúde das Nações Unidas. Junta-se assim a Pfizer-BioNTech, Moderna, AstraZeneca, Johnson & Johnson, Sinopharm e Sinovac na lista de vacinas contra a COVID-19.
A aprovação da OMS facilita o reconhecimento internacional da vacina e, acima de tudo, permite que ela seja usada por agências da ONU e do sistema Covax, criado para facilitar o acesso à imunização contra COVID-19 nos países mais pobres.