Evento da Asma Academy para discutir sobre estratégias baseadas em evidências para o tratamento da asma pelo Dr. Alvaro Cruz
A asma é uma doença respiratória crônica muito comum, tanto no Brasil, quanto no mundo. Estima-se que cerca de 10% da população brasileira seja afetada pela enfermidade, o que representa milhões de pessoas. Essa condição afeta as vias aéreas dos pulmões, causando sintomas como falta de ar, chiado no peito, tosse e opressão torácica. A sua gravidade pode variar significativamente, desde episódios leves e transitórios até crises mais graves e potencialmente fatais, conhecidas como exacerbações.
A GINA é uma iniciativa global para melhor controle da asma, que este ano faz 30 anos de existência. O relatório GINA é uma estratégia baseada em evidências, atualizada anualmente, e divulgada de forma livre e gratuita, composta por pesquisadores clínicos ativos, que pode e deve ser adaptada à realidade de cada local. O próprio Ministério da Saúde se baseia no relatório GINA.
O objetivo fundamental do tratamento da asma é o controle quadro, traduzido pela diminuição dos sintomas, melhoria do padrão de sono e das limitações no dia a dia. É ainda meta do tratamento redução dos riscos relacionados. Deve-se ter atenção com relação às expectativas do paciente, que muitas vezes podem não estar alinhadas. A asma, caracteriza-se por uma heterogeneidade e variabilidade de quadros, inclusive no mesmo indivíduo. Por isso, esse tratamento deve ser sempre revisitado e ajustado.
O manejo da asma baseia-se em medidas não farmacológicas, e afastamento de fatores desencadeantes e avaliação de comorbidades, sempre revendo a resposta ao tratamento. O tratamento farmacológico comum inclui o uso de medicamentos broncodilatadores, que ajudam a abrir as vias aéreas, e corticosteroides inalados, que reduzem a inflamação dos pulmões. Foram apresentadas as trilhas de tratamento para todas as faixas etárias, assim como a revisão das terminologias publicadas na atualização da GINA neste ano. Assista o evento na íntegra:
Dr. Alvaro A. Cruz | RQE Nº: 2405
Especialista em Pneumologia, UFBA, 1982. Especialista em Alergologia, Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, 1994. Pós-Doutorado em Pneumologia e Alergologia, Universidade Johns Hopkins, EUA, 1990. Médico responsável por doenças respiratórias crônicas, Organização Mundial da Saúde (Genebra), 2008.
Publicado el 30 de agosto de 2023
Patrocinado pela Farmoquímica S.A
Atualização no manejo da asma
Evento da Asma Academy para discutir sobre estratégias baseadas em evidências para o tratamento da asma pelo Dr. Alvaro Cruz
A asma é uma doença respiratória crônica muito comum, tanto no Brasil, quanto no mundo. Estima-se que cerca de 10% da população brasileira seja afetada pela enfermidade, o que representa milhões de pessoas. Essa condição afeta as vias aéreas dos pulmões, causando sintomas como falta de ar, chiado no peito, tosse e opressão torácica. A sua gravidade pode variar significativamente, desde episódios leves e transitórios até crises mais graves e potencialmente fatais, conhecidas como exacerbações.
A GINA é uma iniciativa global para melhor controle da asma, que este ano faz 30 anos de existência. O relatório GINA é uma estratégia baseada em evidências, atualizada anualmente, e divulgada de forma livre e gratuita, composta por pesquisadores clínicos ativos, que pode e deve ser adaptada à realidade de cada local. O próprio Ministério da Saúde se baseia no relatório GINA.
O objetivo fundamental do tratamento da asma é o controle quadro, traduzido pela diminuição dos sintomas, melhoria do padrão de sono e das limitações no dia a dia. É ainda meta do tratamento redução dos riscos relacionados. Deve-se ter atenção com relação às expectativas do paciente, que muitas vezes podem não estar alinhadas. A asma, caracteriza-se por uma heterogeneidade e variabilidade de quadros, inclusive no mesmo indivíduo. Por isso, esse tratamento deve ser sempre revisitado e ajustado.
O manejo da asma baseia-se em medidas não farmacológicas, e afastamento de fatores desencadeantes e avaliação de comorbidades, sempre revendo a resposta ao tratamento. O tratamento farmacológico comum inclui o uso de medicamentos broncodilatadores, que ajudam a abrir as vias aéreas, e corticosteroides inalados, que reduzem a inflamação dos pulmões. Foram apresentadas as trilhas de tratamento para todas as faixas etárias, assim como a revisão das terminologias publicadas na atualização da GINA neste ano. Assista o evento na íntegra:
Especialista em Pneumologia, UFBA, 1982. Especialista em Alergologia, Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, 1994. Pós-Doutorado em Pneumologia e Alergologia, Universidade Johns Hopkins, EUA, 1990. Médico responsável por doenças respiratórias crônicas, Organização Mundial da Saúde (Genebra), 2008.