Nesta segunda-feira (19/07), a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca (ChAdOx nCoV-19) em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as 2 doses do imunizante com intervalo de 4 semanas entre as aplicações.
O estudo será um estudo de fase III, controlado, randomizado, simples-cego, ou seja, o voluntário não saberá qual vacina tomou: se foi uma dose da vacina ou do placebo.
A pesquisa será realizada com 10 mil participantes. Os voluntários terão idade entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à infecção do coronavírus, como profissionais da saúde, e não serão incluídas gestantes ou pessoas com comorbidades.
A terceira dose será aplicada com um intervalo de 11 a 13 meses após a segunda dose.
Sue Ann Clemens, professora de Oxford e responsável pelo estudo, enfatizou que o estudo não significa a necessidade de uma terceira aplicação, neste momento, uma vez que a proteção se dá por 12 meses. A importância do estudo será demonstrar o quanto essa proteção aumentou após 12 meses da aplicação da segunda dose.
Publicado el 19 de julio de 2021
Terceira dose
AstraZeneca: Anvisa autoriza estudo clínico com terceira dose
Estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca
Autor/a: Anvisa
Nesta segunda-feira (19/07), a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca (ChAdOx nCoV-19) em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as 2 doses do imunizante com intervalo de 4 semanas entre as aplicações.
O estudo será um estudo de fase III, controlado, randomizado, simples-cego, ou seja, o voluntário não saberá qual vacina tomou: se foi uma dose da vacina ou do placebo.
A pesquisa será realizada com 10 mil participantes. Os voluntários terão idade entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à infecção do coronavírus, como profissionais da saúde, e não serão incluídas gestantes ou pessoas com comorbidades.
A terceira dose será aplicada com um intervalo de 11 a 13 meses após a segunda dose.
Sue Ann Clemens, professora de Oxford e responsável pelo estudo, enfatizou que o estudo não significa a necessidade de uma terceira aplicação, neste momento, uma vez que a proteção se dá por 12 meses. A importância do estudo será demonstrar o quanto essa proteção aumentou após 12 meses da aplicação da segunda dose.