
A Pharmaceutical Johnson & Johnson (J&J) relatou que sua vacina experimental contra o HIV não forneceu proteção suficiente contra o vírus. Isso foi demonstrado por um ensaio de estágio intermediário conduzido na África Subsaariana em mulheres jovens, que relatou um número considerável de infecções no ano passado.
Este estudo incluiu 2.600 mulheres de cinco países da África Austral, uma região em que 60% dos casos registrados durante 2020 eram mulheres e meninas.
Seus pesquisadores descobriram que 63 participantes que receberam placebo e 51 que receberam a vacina contraíram a infecção pelo HIV, resultando em uma eficácia de 25,2%.
Embora a vacina tenha sido considerada segura, pois nenhum efeito adverso sério foi relatado, o estudo, que foi apoiado pela Fundação Bill & Melinda Gates e pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças dos Estados Unidos (NIAID), o estudo será interrompido após o conhecimento dos dados de eficácia, conforme confirmado pela J&J.
De acordo com a Reuters, a empresa farmacêutica indicou que estava estudando a segurança e eficácia de outra vacina experimental contra o HIV entre homens que fazem sexo com homens e pessoas trans, tanto na América como na Europa. Espera-se que o teste seja concluído em março de 2024.