Noticias médicas

Publicado el 1 de febrero de 2024

Nas primeiras três semanas de 2024

A Organização Mundial da Saúde notifica mais de 400.000 casos da COVID-19 no mundo

O aumento da circulação da variante JN.1

A Organização Mundial da Saúde (OMS) notificou hoje mais de 400.000 novos casos da COVID-19 em todo o mundo durante as três primeiras semanas do ano, além de 7.800 mortes, mais de 171.000 hospitalizações e 2.100 internações em unidades de terapia intensiva.

Diante do recente aumento de vírus respiratórios, a diretora do Departamento de Preparação e Prevenção de Epidemias e Pandemias da agência de saúde da ONU, Maria Van Kerkhove, destacou que o coronavírus "não desapareceu", conforme relatado pela agência de notícias Europa Press.

Nessa linha, foi ressaltado o aumento da circulação da variante JN.1, "uma variante dominante em todo o mundo" que representa cerca de 79% das sequências compartilhadas globalmente.

A OMS espera que essa tendência "continue nas próximas semanas", conforme informado durante um seminário que abordou as variantes em circulação, seu risco e impacto, e o que pode ser feito para prevenir e proteger contra as infecções.

O responsável regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, informou algumas semanas atrás que as vacinas contra a COVID-19 salvaram pelo menos 1,4 milhão de vidas nesse continente, principalmente entre pessoas idosas, e enfatizou que o vírus "chegou para ficar", conforme relatado pela agência de notícias AFP.

"Hoje, 1,4 milhão de pessoas em nossa região (europeia) - em sua maioria idosos - podem desfrutar da vida com seus entes queridos porque tomaram a decisão vital de se vacinarem contra a COVID-19", afirmou Kluge. "À medida que aprendemos a conviver com os vírus respiratórios, é absolutamente vital que as populações vulneráveis permaneçam atualizadas em suas vacinações", considerou.

Além disso, enfatizou a necessidade de a Europa continuar investindo em saúde e realizar "esforços" em termos de financiamento para melhorar a situação dos trabalhadores no setor da saúde e reduzir a escassez de medicamentos básicos.