Os emojis surgiram no Japão na década de 90, porém, apenas agora nos anos 2000, com a popularização dos dispositivos eletrônicos, se tornaram uma forma de comunicação universal. Um dos motivos da disseminação, foi a facilidade de transmitir mensagens de modo rápido e sem grandes textos por meio de aplicativos como twiter, instagram, whatApp, etc.
Na internet, um emoji pode valer mil palavras. Isso porque eles expressam objetos, gestos, expressões faciais e sentimentos. Na área médica, existem apenas três emojis: coração, cérebro e o pulmão. No entanto, órgãos humanos críticos que poderiam trazer benefícios significativos ao paciente estão faltando nos teclados.
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Os emojis médicos podem ajudar a unificar a saúde com o mundo digital e criar uma representação a esses órgãos críticos, promovendo sua desestigmatização. Por exemplo, quando uma criança precisa de um transplante de fígado ou desenvolve uma colite ulcerativa, é normal falar sobre o órgão, e que não é a coisa mais assustadora ou embaraçosa de se ter.
Em última análise, esta é uma oportunidade de promover tolerância, inclusão e educação sobre órgãos médicos de forma moderna, acessível e universal.
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O Dr. Shuhan em parceria com a American Gastroenterological Association e o Massachusetts General Hospital submeteram emojis médicos para o Unicode Consortium, uma empresa que especifica a representação de texto em todos os softwares modernos.
Na campanha, foram propostos dez emojis. Um deles é a representação do intestino e do cólon, pois como esses órgãos são muitas vezes estigmatizados, a representação gráfica pode ser fundamental para ajudar a normalizar a conversa em torno das doenças associadas e aumentar a conscientização sobre o rastreamento de doenças e de suas complicações.

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