Uma associação de risco | 19 JUL 21

Infecção aguda e infarto do miocárdio

Sabe-se que as infecções bacterianas e virais agudas estão associadas a um risco aumentado de infarto do miocárdio. O artigo examinou os mecanismos que podem explicar essa associação.
Autor/a: Musher DM, Abers MS, Corrales-Medina VF Fuente: N Engl J Med 2019;380:171-6. DOI: 10.1056/NEJMra1808137 Acute Infection and Myocardial Infarction
INDICE:  1. Página 1 | 2. Referencias bibliográficas
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Resumo

  • As infecções bacterianas e virais agudas estão associadas a um risco aumentado de infarte do miocárdio. O risco aumentado a curto prazo está associado à gripe, pneumonia, bronquite aguda e outras infecções respiratórias, bem como infecção do trato urinário e bacteremia.
  • O risco de infarto do miocárdio associado à pneumonia atinge o pico no início da infecção e é proporcional à gravidade da doença.
  • A associação entre infecções agudas e risco aumentado de infarto do miocárdio persiste além do curto período pós-infecção.
  • Mecanismos possíveis: As placas ateroscleróticas contêm células inflamatórias. A infecção em outras partes do corpo gera citocinas inflamatórias circulantes.
  • As células inflamatórias dentro da placa aumentam as proteínas de resposta do hospedeiro que podem ativar células inflamatórias em placas ateroscleróticas e desestabilizar as placas.
  • Para mitigar o risco de infarto do miocárdio pós-infecção, os médicos devem ter em mente que o risco aumenta durante e após infecções agudas e não descarta a importância de aumentar os níveis de troponina.
 

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